domingo, 5 de dezembro de 2010

7º ANO REC FINAL

CLIMA E HIDROGRAFIA DO BRASIL - DINÂMICA POPULACIONAL


CLIMA DO BRASIL

mPa: Massa de ar polar Atlântica.

Esta massa de ar é fria e úmida, nasce na Patagônia próximo da Antártida. Age principalmente na região Sul e o Brasil durante o inverno.


mTc: Massa de ar tropical Continental

Esta massa de ar é quente e seca e nasce na região do Chaco, fronteira entre Paraguai, Bolivia, Argentina e Brasil ( sul do Pantanal).


mTa: Massa de ar tropical Atlântica

Esta massa de ar é quente e úmida e nasce sobre o Oceano Atlântico, age no litoral e no interior brasileiro.


mEa: Massa de ar equatorial Atlântica
 
Esta massa de ar é quente e úmida e nasce sobre o Oceano Atlântico Norte, age sobre o litoral da Amazônia e do estado do Maranhão.


mEc: Massa de ar Equatorial continetal.

Esta massa de ar é quente e úmida e nasce no sul da Amazônia e durante o verão atua em grande parte do território brasileiro.


CLIMA EQUATORIAL ÚMIDO


É determinado pela massa de ar equatorial continental (mEc) e Ocorre na Amazônia. Apresenta elevada taxa de umidade, em virtude da presença dos rios e da vegetação na região, e altas Temperaturas, por encontrar-se em baixa latitude. As chuvas são cons­tantes e abundantes (chegam a ultrapassar 2500 mm anuais). O principal tipo de chuva é a de convecção(rápida ascensão vertical do ar(subida) e conseqüente resfriamento e condensação. Apresenta baixa amplitude térmica anual (a menor do Brasil), inferior a 4°C, e médias térmicas anuais elevadas, que variam pouco, de 25 a 28°


CLIMA LITORÂNEO ÚMIDO


Abrange parte da costa do Nordeste e do Sudes­te e sofre influência da massa tropical atlântica (mTa). Apresentas chuvas concentradas no outono e inverno, que variam de 1 500 a 2 000 mm durante o ano, e médias térmicas elevadas. No litoral nordestino, durante o inverno há o en­contro da mTa (de ar quente e úmido) com a mPa (de ar frio e úmido) provoca chuvas frontais. Durante o verão, tanto no Sudeste como no Nordeste, o encontro da mTa com as áreas mais elevadas, como o planalto da Borborema (no Nordeste) e as serras do Mar e da Man­tiqueira (no Sudeste). provoca as chuvas orográficas.


CLIMA TROPICAL CONTINENTAL


É O clima mais representativo do Brasil, por isso chamado de tropical típico. Abrange áreas das regiões Centro-Oeste, Nordeste, Norte e Sudeste. A existência de duas estações bem definidas: Verão: estação chuvosa, provocada pela massa de ar equatorial continental (mEc) e pela massa tro­pical atlântica (mTa)

·Inverno: estação seca. Nessa época, a mEc se re­trai, deixando espaço para a atuação de outras mas­sas de ar como a massa de ar polar atlântica (mPa) e a tropical conti­nental (mTc). A mPa aproveita o corredor formado pelas terras mais baixas da região Centro-Oeste e atinge a porção sul da Amazônia, quando a tempe­ratura pode chegar a 10Cº (fenômeno da friagem). Amplitudes térmicas anuais elevadas devido à in­fluência da continentalidade.


CLIMA TROPICAL SEMI-ÁRIDO


Característico do Sertão nordestino e do norte de Minas Gerais.As massas que atuam para a ocorrência desse tipo de clima são a tropical atlântica mTa e a equatorial continental (mEc).Quando chega ao interior do Nordeste, a mTa já perdeu a umidade, pois barrei­ras montanhosas impedem a passagem das chuvas que caem no litoral.É o clima brasileiro com o menos índice pluviométrico anual.O que causa o problema da estiagem é a má distribuição das chuvas, concentradas em alguns meses do ano.Os índices pluviométricos anuais chegam, às vezes, a ser inferior a 500 mm.As mé­dias térmicas anuais e as temperaturas são elevadas. Apresenta grande amplitude térmica medial anual.


CLIMA TROPICAL DE ALTITUDE


Localiza-se nas áreas de maior altitude da região Sudeste.Sofre grande influência anual da massa tro­pical atlântica (mTa) que é úmida.No inverno, a mas­sa polar atlântica (mPa) é responsável pelas baixas temperaturas e pelas geadas que costumam ocorrer nessa época.Diferencia-se do clima tropical típico ou continental por apresentar maior índice pluviométri­co anual (acima de 1 700 mm) e verões menos quentes e invernos mais frios.


CLIMA SUBTROPICAL ÚMIDO


Clima predominante da região Sul do Brasil.É dominado pela massa tropical atlântica (mTa), mas sofre grande influên­cia da massa polar atlântica (mPa) no inverno. Apresen­ta o segundo maior índice pluviométrico anual (em tor­no de 2 500 mm) só perdendo para o clima equatorial úmido.Tem as estações definida e chuvas bem distribuídas durante o ano.No inverno são constantes as ondas de frio, a formação de geada e chuvas de gra­nizo.Pode ocorrer neve nas áreas de maior altitude, como na região de São Joaquim e lajes no estado de Santa Catarina.




HIDROGRAFIA DO BRASIL


DIVISOR DE ÁGUA: Uma elevação qualquer, que divide as águas de duas ou mais bacias hidrográficas


QUANTO AO REGIME DE ABASTECIMENTO PODEMOS CLASSIFICAR OS RIOS COMO:


PLUVIAL, quando são abastecidos pelas águas das chuvas. Nesse caso, as cheias aconte­cem no decorrer da estação chuvosa.


NIVAL, quando suas águas provêm do derretimento das geleiras e da cobertura de neve das montanhas.


MISTO, quando são alimentados por ambas as fontes as chuvas e o gelo.


No Brasil, o regime dos rios é pluvial, pois não há gelo e neve em quantidade su­ficiente para formá-Ias.


A única exceção é o Rio Amazonas, cujo regime é misto;


QUANTO AO TIPO DE ESCOAMENTO, PODEMOS CLASSIFICAR OS RIOS EM TRÊS TIPOS:


EFÊMEROS, São os rios que existem durante curtos períodos de fortes chuvas.


São também cha­mados de torrentes.


Esses rios são um dos responsáveis pelas chamadas "enchentes relâmpagos", que afetam principalmente áreas áridas e semiáridas;


INTERMITENTES OU TEMPORÁRIOS, São os rios cujos leitos secam durante certo período do ano.


É o caso da maioria dos rios do Sertão Nordestino, localizados em área de clima semiárido, com longos períodos de seca.


Rios de áreas muito frias, como os rios canadenses e russos, tam­bém podem ser considerados intermitentes, pois as águas congelam durante os meses mais frios;


PERENES: São os rios que correm durante todo o ano.


A maior parte dos rios brasileiros são pere­nes, como o São Francisco, Amazonas, etc.


QUANTO AO RELEVO POR ONDE PASSAM, OS RIOS PODEM SER CLASSIFICADOS EM:


RIOS DE PLANÍCIE: rios que correm por áreas planas onde praticamente não há cacho­eiras, saltos e corredeira.


Por esse motivo, esses rios são adequados à navegação. Exemplos: Amazonas, Araguaia, Tapajós e Negro;


RIOS DE PLANALTO: rios que correm por terrenos com desníveis acentuados, onde se forma grande número de corredeiras e cachoeiras;


São ideais para a construção de hidrelétricas. Exemplos: São Francisco, Iguaçu, Paranaíba, Tietê e Paraná.


BACIA DO RIO DA PRATA OU PLATINA:


É a bacia hidrográfica com maior potencial hidrelétrico instalado; portanto, é a bacia que mais gera energia no Brasil.


É constituída por três sub-bacias, cujos nomes se referem a seus rios principais: Uruguai, Paraná e Paraguai.


A sub-bacia do Paraná, apesar de ser planáltica, possui uma hidrovia chamada de Tietê-Paraná a qual, no futuro, quando estiver completamente integrada, beneficiará a economia da região.


Nessa sub-bacia, localiza-se a maior hidrelétrica do mundo: Itaipu;


O nome da Bacia Platina vem do Rio da Prata, na Argentina, que recebe as águas dos três principais rios da bacia.


BACIA AMAZÔNICA:


É a mais extensa e de maior potencial hidrelétrico.


Seu rio principal, o Amazonas, nasce na Cordilheira dos Andes, no Peru;


Recebe vários nomes até ser denominado Amazonas, quando o Rio Solimões encontra as águas do Rio Negro, perto da cidade de Manaus.


Sua foz é no chamado Golfão Amazônico, entre os estados do Amazonas, do Amapá e do Pará.


No meio desse golfo, fica a Ilha de Marajó, a maior ilha fluviomarinha do mundo.



Devido à insuficiente rede de rodovias da Região Amazônica, seus grandes rios desempenham o papel de estradas e a população ribeirinha depende desses rios para se locomover.


O trecho entre Manaus e Belém pode levar até três dias para ser navegado.


BACIA DO SÃO FRANCISCO:


É um rio de planalto,


É chamado de Velho Chico, rio dos currais e rio da unidade nacional;


É a bacia com o segundo maior potencial hidrelétrico instalado do país.


Nasce na Serra da Canastra, em Minas Gerais, e possui um trecho navegável entre Pirapora (MG) e Juazeiro (BA).


É o mais extenso rio exclusivamente em terras brasileiras.


Banha áreas de clima semiárido – Sertão do Nordeste,


Recentemente, suas águas vêm sendo utilizadas para a fruticultura irrigada nas proximidades das cidades de Juazeiro (Bahia) e Petrolina (Pernambuco).


Existe um projeto de transposição ou desvio do Velho Chico para que alimente alguns rios que são intermitentes.


Entretanto, os ambientalistas são contrários a esse projeto.


Muitos estudos vêm sendo feitos para avaliar os possíveis impactos ambientais na natureza da região.


BACIA DO TOCANTINS-ARAGUAIA:


Localiza-se no centro do país,


É a maior bacia inteiramente brasileira.


Seus dois principais rios nascem em Goiás.


É formada pelos rios Araguaia e Rio Tocantins e deságua no Golfão Amazônico, em seu trecho paraense.


Apresentar longos trechos navegáveis é utilizado para escoar parte da produção de grãos das regiões que banha, com destaque para a soja.


A Usina Hidrelétrica de Tucuruí, a segunda maior do país, foi construída no Rio Tocantins e atende às necessidades de consumo de energia do Projeto de Mineração Carajás, no Pará.


No Rio Araguaia, encontra-se a maior ilha fluvial do mundo: a Ilha do Bananal

DINÂMICA POPULACIONAL


População absoluta: Corresponde a população total de um determinado local. Quando um local tem uma população absoluta numerosa, dizemos que ele é populoso

Densidade demográfica ou população relativa: Corresponde a média de habitantes por quilômetros quadrados. Para obtê-la deve –se dividir a população absoluta pela área.

Taxa de mortalidade: corresponde a relação entre o número de óbitos ocorridos em um ano e a população absoluta, o resultado é expresso por mil.
TM = N.º de óbitos X 1000 / População absoluta

Taxa de natalidade: corresponde a relação entre o número de nascimentos ocorridos em um ano e a população absoluta, o resultado é expresso por mil.
TN = N.º de nascimentos X 1000/População absoluta

Crescimento vegetativo ou natural: corresponde a diferença entre a taxa de natalidade e a taxa de mortalidade.

C.V = TN – TM

O crescimento vegetativo não corresponde a única forma possível de crescimento ou redução da população mundial, deve se considerar as migrações.

Taxa de fecundidade: corresponde a média de filhos por mulher na idade de reprodução. (15 a 45 anos)

Taxa de mortalidade infantil: corresponde ao número de crianças de 0 à 1 ano que morrem para cada grupo de mil nascidas vivas.

Expectativa de vida: É quantidade de anos que vive em média a população. É um indicador muito utilizado para verificar o nível de desenvolvimento dos países.

Migração: É o deslocamento de uma quantidade importante de seres humanos.pode ser permanente ou temporário.

Emigração: é a saída da população de uma área. Imigração: é a entrada da população em uma área. Para que exista migração deve haver o fator de atração e o Fator de repulsão.

Xenofobia – Constitui-se em uma aversão ou medo ao que é estrangeiro.

Obs: Xenofobia é uma palavra de origem grega que significa antipatia ou aversão a pessoas e objetos estranhos. O termo tem várias aplicações e usos, o que muitas vezes provoca confusões em relação ao significado. A xenofobia como preconceito acontece quando há aversão em relação à raça, cultura, opção sexual, etc.
Fonte - http://www.brasilescola.com/doencas/xenofobia.htm

Êxodo rural: É a transferência da população rural para o espaço urbano. Esse tipo de migração em geral tende a ser definitivo. É Causasada pela industrialização, a expansão do setor terciário e a mecanização da agricultura.

Êxodo urbano: tipo de migração que se dá com a transferência de populações urbanas para o espaço rural.

Migração urbano-urbano: tipo de migração, que se dá com a transferência de populações de uma cidade para outra. Tipo de migração muito comum nos dias atuais.

PIRÂMIDE ETÁRIA:
É um gráfico populacional que leva em consideração a estrutura sexual da população ( homens e mulheres ) e as faixas etárias

BASE - a porção inferior -, que representa a população jovem (de O a 14 anos ou de O a 19 anos);
CORPO - a porção intermediária , que representa a população adulta (de 15 a 59 anos ou de 20 a 59 anos);
CUME, ÁPICE OU PICO - a porção superior-. que representa a população idosa ou velha (igual a 60 anos ou mais). Veja imagem no final do Artigo.

sábado, 6 de novembro de 2010

8º ANO - CONTEUDO PARA PROVA IV BIMESTRE

ÁFRICA - ASPECTOS  FÍSICOS


CARACTERÍSTICAS GERAIS

Apresenta grande diversidade física,

É marcada tan­to pela presença de extensos vales férteis e de grandes desertos.

Possui cerca de 30 milhões de km2 e forma, com a Europa e a Ásia, o chamado Velho Mundo.

Sua posição geográfica é privilegiada,

É atravessado, em sua parte central, pela Linha do Equador, o que significa possuir terras no Hemisfério Norte e no Hemis­fério Sul.

É cortado, a oeste, pelo Meridiano de Greenwich, o que proporciona a existência de terras africanas no hemisfério Oriental e Ocidental.

É cortado ao o norte, pelo Trópico de Câncer e, ao sul, pelo de Capricórnio, o que significa que a maior parte e suas terras está dentro da Zona Climática Intertropical. 

A África está dividida em cinco regiões:
Norte da África;
Oeste da África (África Ocidental);
África Central;
Leste da África (África Oriental);
África Meridional (sul da África).

Norte:
É composto por seis países:
É banhada ao Norte pelo Mar Mediterrâneo
Ao Sul, encontra-se com o Deserto do Saara.
Tem a maioria da população ISLÂMICA, seja, segue o islamismo.

África Ocidental:

É formada por quinze países, os quais são atravessados por áreas desér­ticas e florestas tropicais.

África Central:
Possui oito países e é coberta por uma densa floresta tropical.
Nessa região, ainda ocorrem intensos conflitos.

África Oriental:
É conhecida como a região do "Chifre Africano",
É  composta por dez países que apresentam diferenças naturais e humanas;
É nessa região que se localizam os maiores lagos do continente;
O sul da África:
É uma região também marcada pela diversidade física e humana;

RELEVO DA ÁFRICA

O território africano tem estrutura geológica do início da formação da crosta terrestre, seja, muito antiga.

As áreas estruturais constituídas de terrenos do Pré-Cambriano são as porções mais estáveis e antigas do continente.

 Na Era Cenozóica:

Ocorreram intensas atividades vulcâni­cas, dobramentos e grandes falhamentos.

O falhamento mais notável é o Rift Valley, que se estende por mais de 3 600 km, das proximidades do Rio Limpopo, ao sul, até o Mar Vermelho, ao norte.

A atividade vulcânica recente ocorreu ao longo do Rift Valley;

 Os pontos mais altos do continente são:

Monte Kilimanjaro (5 895 metros)
Monte Quênia (5 199 metros);

No Rift Valley, concentram-se os maiores lagos de origem tectônica da África,

Os principais lagos Tectônicos da África são:

Lago Vitória (nascente do Rio Nilo);
Niassa;
Tanganica.

Ao longo do Rift Valley, há, ainda, inúmeros cones vulcânicos e crateras, como a de Ngorongoro, na Tanzânia, maior cratera de vulcão extinto do mundo.

No Período Cenozóico

Os movimentos tectônicos provocaram dobramentos ao norte do continente, formando montanhas elevadas, como a Cadeia do Atlas, na Região do Magreb (Tunísia, Marrocos e Argélia), as quais atingem mais de 4 000 metros de altitude. 
Magreb - em árabe, quer dizer poente. Designa os territórios da África do norte (Mar­rocos, Tunísia, Argélia, Líbia, Saara Ocidental e Mauritânia).Os geógrafos árabes usavam o termo para se referirem às terras situadas a oeste do Egito.
No restante do continente, aparecem antigos maciços montanhosos, muito desgastados por um longo processo erosivo, os quais formam os planaltos.
 Nessas áreas planálticas, predominam as rochas cristalinas, que concentram algumas das mais ricas jazidas minerai do mundo.

Área ou unidade de conservação (UC) é um espaço de território com características natural limites definidos instituídos pelo Poder Público, a fim de garantir a proteção e conservação dessas características naturais.

Existem unidades de conservação de proteção integral, garantindo a preservação total da natureza e  de uso sustentável, que permitem seu uso controlado.

HIDROGRAFIA

Em virtude da existência de grandes áreas desérticas, ao norte e ao sudoeste do continente, a África apresenta uma distribuição irregular de seus rios.

 A maioria Dos rios africanos nasce nas regiões tro­picais e equatoriais.

Os rios mais importantes são:

Rio Nilo (6 695 km de extensão),
Rio Congo (4600 km),
Rio Níger (4 184 km),
Rio Zambeze (2 750 km).
Predomina os rios de planalto no continente africano,
A maior parte dos seus rios apre­senta corredeiras e cascatas, elementos naturais que contribuem para a construção de usinas hidrelétricas, mas que dificultam a navegação nos trechos com mais desníveis.

O Rio Nilo:

É o maior rio africano.

Nasce na região central da África,

Sua bacia é composta por dois rios principais:

Nilo Branco, cujas nascentes estão no Lago Vitória,

Nilo Azul, que tem suas nascentes no Lago Tana (Etiópia), juntando-se ao Nilo Branco no Sudão.

A bacia hidrográfica do Nilo abrange os seguintes países:

Uganda, Tanzânia, Ruanda, Quênia, República Democrática do Congo, Burundi, Sudão, Etiópia e Egito. Ela deságua no Mar Mediterrâ­neo, formando um grande delta.
Delta: corresponde a um depósito aluvial que aparece na foz de certos rios, avançando como um leque na direção do mar.Essa deposição de sedimentos exige certas condições, como ausência de correntes marinhas, fundo raso, abundância de detritos, etc. GUERRA, Antônio Teixeira; GUERRA, Antônio José T. Novo Dicionário Geológico-Geomorfológico. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1997. p. 185.

O Nilo:
Tem uma grande importância para os egípcios, pois, apesar de esse povo viver em uma região desértica, conseguiu se desenvolver graças às suas águas.
 Atravessa o Saara sem secar, pois suas nascentes localizam-se em áreas úmidas que recebem chuvas abundantes.

Suas águas são utilizadas para abastecimento, pesca produção de energia, via de transporte e atividade agrícola.

A agricultura é favorecida pela construção de canais de irrigação e da matéria orgânica depositada durante as cheias, que fer­tiliza o solo, deixando-o rico em nutrientes.

A Represa de Assuã foi construída no início do século XX, com o propósito de expandir e intensificar a agricultura ao lon­go do seu vale.

Há o controle das águas por represas e o desvio dessas águas para a irrigação durante o ano, além do abas­tecimento de energia elétrica para as grandes cidades egípcias.

Após a construção da represa de Assuã, houve redução da vazão do rio e da quantidade de água doce despejada no Mar Mediterrâneo.

A redução da vazão do rio Nilo provocou:

O aumento da salinidade da água do mar,

O desaparecimento de diversas espécies marinhas e, por conse­guinte, à redução da capacidade pesqueira da região, atividade econômica importante para os habitantes locais.

A diminuição do volume de água do Nilo, a fim de combater as cheias, provocou:

A redução dos nutrientes depositados nas margens ao longo do rio,

Prejudicou a atividade agrícola e obrigou os agricultores locais a investirem na obtenção de fertilizantes artificiais.

Perdeu parte de sua navegabilidade em virtude da construção da represa.

O Rio Congo:
Nasce nas áreas elevadas da África Central, na região dos Grandes Lagos.

Dirige se para o norte e volta para o sul, desaguando no Oceano Atlântico.

Por se localizar dentro a Zona Equatorial, possui água o ano todo, sendo utilizado, principalmente, para pesca e irrigação.

É um rio de planalto e devido às inúmeras corredeiras, é pouco utilizado para navegação.

O Rio Níger:

Nasce próximo ao Oceano Atlântico, nas áreas elevadas dos Montes Fouta-Djalon;
Dirige-se ao norte, em direção ao Deserto do Saara, vindo desaguar no Golfo da Guiné,no Oceano Atlântico.
É um rio pouco utilizado para a navegação devido à irregularidade do seu volume de água, servindo, sobretudo, para pesca e irrigação.
  
O Rio Zambeze:
Nasce nas áreas mais elevadas de Angola e deságua no Oceano Índia.

Em razão de esse rio nascer em uma região tropical, suas cheias ocorrem nos meses de verão no Hemisfério Sul.

O continente africano a apresenta muitos lagos,

A maioria dos lagos africano é encontrada a leste, devido ao acúmulo água das chuvas nas áreas mais baixas, resultantes das falhas tectônicas.

Os mais importantes e conhecidos lagos da África são: Vitória, Tanganica, Niassa, Turkana, Ro­dolfo e Alberto.

POLUIÇÃO DAS ÁGUAS

É fato que a água doce está se tornando um recurso cada vez mais escasso no mundo, pois os estragos causados pelos seres humanos são imensos: rios poluídos por resíduos químicos, esgotos industriais e domésticos, lixo, etc., além do excesso de consumo e do desperdício.

Se­gundo o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD:

Há mais de 1 bilhão pessoas no planeta com severa carência de água potável;

 Diversos cenários internacionais consideram que a disputa pelo acesso à água potável poderá levar a vários conflitos.

 Uma pesqu­isa feita pela CIA, pelo Ministério de Defesa britânico e pela Price Waterhouse Coopers prevê:

Várias possibilidades de futuras guerras por água (uma vez que esse recurso é vital e finito) no Oriente Médio, na Ásia e na África Subsaariana.

Os dados do relatório da (ONG) Oxfam (Oxford Famine) sobre os efeitos do aquecimento global na África verificou-se:

Que a porcenta­gem da superfície da Terra afetada pela seca extrema passou de 1 % para 3% em menos de uma década.

Prevê que os números aumentem para 8% até 2020 e para cerca de 30% em 2090.

A seca não é um problema de todo o continente afri­cano, mas principalmente para a África Subsaariana,
África Subsaariana é a parte do continente africano que está ao sul do Deserto do Saara.

Segundo o relatório de 2006 do PNUD, cerca de 314 milhões de africanos, ou 45% da população da região subsaariana, não têm acesso a fontes de água de qualidade.

O Centro de Estudos Africanos da Universidade do Porto (Portugal) defende a ideia de que , o problema da água na África está mais relacionado à sua distribuição do que à quantidade disponível.

CLIMA

A localização geográfica da África provoca:

Diversidade de climas na África,

Grande va­riação pluviométrica.

Nas baixas latitudes, próximo à Linha do Equador, ocorre grande incidência de chuvas e desenvolvem as florestas,

Mas, à medida que nos afastamos dessa área, as chuvas se reduzem, até ficarem praticamente inexistentes nas regiões próximas aos trópicos.

Clima mediterrâneo

Sua formação vegetal apresenta características mediterrâneas, com a presença de arbustos e vegetação rasteira.

Nessa área, cultivam-se frutas cítricas, uvas e oliveiras. 

Clima predominante no extremo norte (Magreb) e no sul do continente afri­cano. 

Suas temperaturas médias anuais variam entre 15°C e 20°C. 

Em geral, o verão é quente e seco e o inverno, ameno e úmido.


Clima desértico:

Vegetação desértica aparece nos oásis.

Em geral, ao redor desses locais, há agrupa­mentos humanos, que desenvolvem o cultivo de frutas cítricas, olivei ras e tâmaras.
Ocupa cerca de 1/3 de todo o território africano, no qual se encontram os desertos do Saara, ao norte, e da Namíbia e do Kalahari, a sudoeste. 
Grandes amplitudes térmicas, efeito da continentalidade (de dia pode chegar a 50°C e, à noite, abaixo de zero) 
Chuvas irregulares ou extrema escassez. 
Os desertos africanos se formaram de maneiras distintas.
O Saara se constituiu em virtude da ausência de massas úmidas, das elevadas pressões atmosféricas sobre o Trópico de Câncer e da continentalidade.
O Kalahari se formou por meio da ação das elevadas pressões atmos­féricas no Trópico de Capricórnio e da Corrente Fria de Bengala, que provocou uma redução da evaporação das águas do Oceano Atlântico.

A desertificação:
É um processo global que  afeta cerca de 1/6 da população mundial e, aproximadamente,30% dos continentes. 
É um desequilíbrio ambiental, no qual um território adquire as condições climáticas dos desertos, devido à destruição da vegetação e à forte erosão sofrida pelo solo, que pode conduzir as situações de degradação ambiental irreversíveis.   

Clima tropical:

Nesse tipo de clima, desenvol­vem-se dois bio­mas: 
As savanas (mais próximas à Floresta Equato­rial;
Estepes (localizadas entre as savanas e os desertos).

As Savanas:  
São compostas de árvores de pequeno porte e gramíneas sendo a vegetação predominante no continente africano.

Servem como ­hábitat dos animais de grande porte da África, como leões, zebras, ele­fantes, entre outros.

As Estepes:
Apresentam uma vegetação rasteira mais rala e descon­tinuada.

Nessas áreas, as chuvas são escassas.

Há grupos humanos que vivem no local e desenvolve o pastoreio nômade, o que contribui para o processo de desertificação.

Um grande problema ambiental que atinge o continente africano é o desmatamento, o que tem contribuído para a aceleração do processo de desertificação.

Nas estepes e savanas, isso é ainda mais grave em decorrência das condições climáticas propícia a esse processo, como baixa densidade pluviométrica e solo frágil.

O ser humano é o principal responsável pela desertificação, que se dá por meio do uso incorreto das terras férteis (monocultura), da poluição do solo, do excesso de fertilizantes e da mineração.

Como consequência desse processo, muitos moradores, que habitam essas áreas e desenvolvem atividades ligadas à agricultura e à pecuária, são obrigados a se deslocarem em busca de outras terras.

A Região do Sahel:
Encontra ao sul do Saara e se estende do Senegal à Somália, apresenta clima tropical e tem sofrido gran­des perdas de solo fértil, pois é uma área marcada pela ocupação desordenada.
Essa ocupação desordenada tem provocado uma aceleração do desmatamento e, portanto, o rápido avanço da desertificação.

Clima equatorial:

Floresta Equatorial - composta por uma grande variedade de espécies vegetais e animais.

As árvores podem atingir até 60 metros de altura e são latifoliadas (sempre verdes).

Apresenta uma grande variedade de espécies comer­ciais, o que provoca intensa devastação.

Ocorre na parte central do conti­nente, com temperaturas que variam entre 25°C e 300C anuais.
A pluviosidade é intensa, podendo superar 2000 mm.


OCUPAÇÃO AFRICANA E SUA CONNSEQUÊNCIA

O contato dos povos europeus com o continente africano iniciou-se no século XV:
A criação de alguns entrepostos comerciais ao longo do litoral;
A criação de áreas de descanso para os navegadores e atracadouro para as embarcações que seguiam rumo à Ásia.
Esse período foi marcado pelo povoamento de algumas áreas próximas ao litoral africano, onde se realizava o comércio de pedras preciosas, madeira, marfim, ouro e também de escravos.

A exploração econômica e domínio político do con­tinente africano pelas potências européias estendeu-se até os anos 1990.
A primeira fase do colonialismo africano, datada do século XV, aconteceu pela necessidade de se encontrarem rotas alternativas para o Oriente.

A segunda fase, que se iniciou no final do século XIX, foi marcada pelo imperialismo europeu, tendo como objetivo a obtenção de novos mercados consumidores, fontes de matérias­-primas e áreas de investimentos.



A efetiva ocupação européia aconteceu somente no século XIX e foi marcada pela domina­ção dos povos e territórios africanos.

Essa ocupação se realizou de duas formas:

Pelas expedições missionárias que tinham o objetivo de dominar o nativo africano por meio da conversão religiosa e cultural européia;
Pelas explorações geográficas, cujo propósito era dominar povos e territórios.

O final do século XIX foi marcado pela expansão do capitalismo industrial. Nesse con­texto, várias potências européias passaram a competir pelo domínio dos territórios africanos.

A fim de evitar um conflito de grandes proporções, a partir de 1880, teve início a partilha do continente e, em 1884, ocorreu na Conferência de Berlim;

Conferência de Berlim: Instituiu as normas para a ocupação do território africano.

A partilha foi feita de maneira arbitrária, não respeitando as características étnicas e culturais de cada povo, o que contribuiu para muitos dos conflitos atuais no continente africano.

No início do século XX, 90% das terras africanas já estavam sob domínio das potências européias, sobretudo de França e Inglaterra, com exceção da Libéria, que era dominada pelos Estados Unidos, e da Etiópia, que conseguiu derrotar as tropas italianas no final do século XIX.

Após a partilha, ocorreram muitos movimentos de resistência, os quais foram duramente reprimidos pelos colonizadores.


As potências européias incentivavam as rivalidades entre os próprios grupos africanos, a fim de facilitar a dominação.

Dessa forma, podemos obser­var que, à medida que a colonização européia foi se efetivando, as sociedades tradicionais locais absorveram grande parte da cultura e dos costumes do colonizador


A descolonização africana começou após a Segunda Guerra Mundial (1939-1945)

As potências européias que haviam participado da guerra estavam enfraquecidas econômica e politicamente.

Durante a Segunda Guerra, muitas dessas potências européias estimularam o autogoverno, isto é, que as funções administrativas fossem realizadas por africanos educados na Europa.

Esses africanos faziam parte da elite colonial, porém, poste­riormente, assumiram posições nacionalistas e de oposição à metrópole, com o objetivo de promover a independência.


O impacto da Segunda Guerra Mundial foi devastador, pois provocou mudanças nas relações entre as nações colonizadoras e os povos africanos.

O impacto da Segunda Guerra Mundial contribuiu para a inde­pendência das colônias africanas, o que, em alguns casos, aconteceu de forma violenta, por meio de movimentos separatistas;

Este movimentos separatistas ocorreram durante a Guerra Fria, tiveram o apoio dos Estados Unidos e União Soviética, as quais buscavam ampliar suas áreas de influência.  

Os primeiros a se tornarem independentes foram Líbia, Egito, Sudão, Marrocos e Tunísia.

Nos demais países africanos, o processo de independência se estendeu até meados da década de 1990.
 
Diferentes processos descolonização das nações africanas:

Países que possuíam pouco ou nenhum recurso estratégico, como ouro, petróleo ou diamantes, a independência foi al­cançada facilmente.

Países que possuíam importantes recursos naturais e que já estavam sendo explorados pelos colonizadores a descolonização não foi pacífica.
Um exemplo foi à Argélia, país de colonização francesa que possuía petróleo, ocorreram movimentos armados pela inde­pendência, a fim de expulsar os colonizadores da região.

A independência de muitos países africanos foi alcançada por meio da violência e da instalação de regimes repressores.

A falta con­senso entre tribos rivais, provocou a instalação de  regimes autoritários e estimulou a formação de governos centra­lizadores, cujas decisões eram tomadas sem que a população fosse consultada. Tal centralismo foi, em geral, assumido pelo próprio líder do movimento emancipatório.

A independência provocou, o afloramento de antigas disputas tribais, as quais tiveram suas rivalidades despertadas pela proclamação da independência e foram reforçadas pela divisão do território, feito segundo os interesses das potências colonizado­ras que não respeitavam as diferenças étnicas e colocavam os povos inimigos em um mesmo território.

Esse fato gerou intenso conflito pelo poder e pela formação dos Estados-Nações. Além disso, causou violentas guerras civis, como as da Nigéria, do Congo e, mais recentemente, as de Angola, Moçambique, Ruanda, Burundi e de Serra Leoa.

Tais guerras contribuíram para o aumento da instabilidade política, econômica e social de todo o continente e, ainda, colaboraram para dificultar o desenvolvimento socioeconômi­co da África.

Apesar de os países africanos terem alcançado a independência política, existem muitas cor­porações internacionais dominando a produção agrícola e mineral do continente, o que comprova a existência de uma pequena elite dominante vinculada aos interesses das nações mais desenvolvidas.

Muitas são as marcas deixadas pelos colonizadores europeus na África, como o apartheid e os atuais conflitos raciais.

O apartheid corresponde à segregação racial institucionalizada, que foi oficializada em 1948 na África do Sul e perdurou até o início da década de 90 do século passado.

A segregação racial era rígida e violenta. Havia uma separação entre negros e brancos por bairros, meios de trans­porte, locais públicos, entre outros.

Além disso, os negros eram proibidos de se candidatarem a cargos públicos, concorrerem a vagas de empregos com brancos, entre outros

Os negros eram obrigados a viver nos bantustans, que correspondem a áreas sem infraes­trutura afastadas dos centros urbanos. Eles somente podiam sair dessas áreas se possuíssem o passbook (passaporte).

O primeiro negro a chegar à presidência da África do Sul foi Nelson Mandela (líder do mo­vimento pelo fim do apartheíd).

O regime do apartheíd foi abolido há quase duas décadas, no entanto, ele ainda persiste na África do Sul, sobretudo, por meio da segregação social em relação aos estrangeiros.

De acordo com dados da ONU (Organização das Nações Unidas) sobre refugiados, vivem, atualmente, na África do Sul, cerca de 5 milhões de migrantes, de diferentes etnias africanas, e muitos têm sofrido com a violência xenófoba (aversão a pessoas e coisas estrangeiras).

O motivo estaria no aumento da concorrência para encontrar empregos, na falta de moradia e no aumento níveis de criminalidade. A maioria dos migrantes que vive nesse país é originária do Zimbá­bue, nação vizinha da África do Sul, que sofre uma persistente crise econômica e política.

Os atuais conflitos africanos

Os atuais conflitos foram gerados por uma combinação de vários fatores, como:

A grande diversidade étnica e linguística;

As disputas territoriais, principalmente por terras férteis e água;

A luta pelo fim de regimes ditadores que, na maioria das vezes, são praticados pelas minorias étnicas, que agem com discriminação em relação às demais etnias locais; entre outros.

Alguns conflitos se destacaram por sua violência. 

Hutus e Tutsis. 
De acordo com dados da ONU, em 1994, a guerra em Ruanda já tinha um sal­do de 4 milhões de refugiados, metade da população do país, e milhões de mortos.

Os hutus correspondiam à maioria da população, mas eram os tutsis que dominavam a vida política e econômica, desde o Período Colonial, quando os belgas promoveram representantes dessa etnia a postos administrativos.


sexta-feira, 8 de outubro de 2010

ROTEIRO DE QUESTÕES - POPULAÇÃO E ECONOMIA AFRICANAS


01. A POPULAÇÃO AFRICA É MUITO NUMEROSA E TEM DISTRIBUIÇÃO DESIGUAL. SENDO ASSIM, CITE AS CARACTERISTICAS DA POPULAÇÃO AFRICANA.

02. AO SUL DO SAARA, NA ÁFRICA SUBSAARIANA, DESTACAM-SE VÁRIAS ETNIAS E LÍNGUAS. CITE-AS.

03. A RELIGIÃO É MUITO IMPORTANTE PARA O DESENVOLVIMENTO DE UM POVO E NA ÁFRICA PREDOMINAM DUAS GRANDES RELIGIÕES. QUAIS SÃO ELAS?

04. COM BASE NO MAPA DA PÁGINA 27, CITE A REGIÃO COM MAIOR E MENOR DENSIDADE DEMOGRÁFICA.

05. A POPULAÇÃO AFRICANA É A QUE MAIS CRESCE NO MUNDO, SEGUNDO A ONU. QUAL A ESTIMATIVA PARA POPULAÇÃO AFRICANA EM 2050?

06. SEGUNDO A ONU, QUAL É A FORMA PARA AMENIZAR O PROBLEMA DE DESNUTRIÇÃO DA POPULAÇÃO NA ÁFRICA.

07. EXPLIQUE OS MOTIVOS DO ATRASO ECONÔMICO DE ALGUNS PAÍSES AFRICANOS.

08. DO PONTO DE VISTA ECONÔMICO, OS PAÍSES AFRICANOS SÃO TRADICIONAIS EXPORTADORES DE MATÉRIAS PRIMAS. SENDO ASSIM CITE AS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DA AGRICULTURA AFRICANA.

09. EXPLIQUE A ATIVIDADE EXTRATIVISTA NO CONTINENTE AFRICANO, PRINCIPALMENTE, A MINERAL.
10. EXPLIQUE A ATIVIDADE INDUSTRIAL (INDUSTRIALIZAÇÃO) NO CONTINENTE AFRICANO.

9º ANO CAPITULO 11